

O presidente dos EUA, Donald Trump, sugere que o acordo com o Irã é uma "rendição incondicional", enquanto nega financiamento para a reconstrução do país.

O índice brasileiro encerrou o pregão com leve queda de 0,10%, enquanto o dólar avançou mais de 1%.

Autoridade monetária reduziu a taxa básica em 0,25 ponto percentual na quarta-feira, mas recusou sinalizar a direção do Copom seguinte. Comunicação obscura transfere incerteza ao mercado.

Presidentes dos dois países firmaram o documento na noite de quarta-feira; acordo de princípio abre fase de implementação ainda indefinida.

Presidente americano assinou documento com líder iraniano em visita à França

Banco avalia que BC deixou abertura relevante para continuidade do ciclo de afrouxamento. Mercado ainda digere o documento divulgado nesta quarta.

Decisão de reduzir taxa Selic em 0,25 ponto percentual para 14,25% ao ano foi amplamente esperada pelo mercado.

Decisão unânime reduz o juro básico em 0,25 ponto, porém o próprio BC admite cenário mais desafiador e sobe estimativa de IPCA de 2027 para 3,7% — e mantém silêncio sobre os próximos passos.

Decisão unânime ficou em linha com o esperado pelo mercado, mas o Banco Central condicionou o ritmo futuro à evolução dos indicadores até agosto.

Presidente brasileiro rejeitou interferência americana na política interna e criticou a postura do americano na cúpula. Negociações comerciais seguem em nível ministerial, sem avanço de cúpula.

Novo presidente do Federal Reserve apresentou projeções mais inflacionárias e recuou no forward guidance, forçando reprecificação nos mercados e elevando o dólar a R$ 5,10.

Banco Central reduziu os juros em 0,25 ponto percentual pela terceira vez consecutiva, em linha com o mercado. Incerteza internacional e pressão do petróleo sustentam tom cauteloso no comunicado.

Instrução normativa unifica limites do Pix por aproximação ao teto geral; prévia do PIB mostra recuperação moderada após contração em março.

Primeira reunião do novo presidente do banco central americano reprecificou expectativas de forma abrupta. JPMorgan vai na contramão e projeta alta só em 2027.

Menor patamar desde setembro de 2022 é preservado em decisão que coincide com perspectiva de acordo para encerrar guerra no Irã. Unanimidade do comitê sinaliza coesão na nova gestão.

Prévia do PIB do Banco Central mostra recuperação após março revisado; revisão expressiva do mês anterior altera a leitura do ciclo recente.

Expectativa pelas decisões de juros do Brasil e dos EUA dita o ritmo dos ativos na sessão desta quarta-feira (17). Índice rompe sequência de três pregões negativos.