O Brasil decidiu expulsar do país o suposto espião russo Sergey Vladimirovich Cherkasov, preso em Brasília desde 2022. A medida foi publicada na segunda-feira (6/7) no Diário Oficial da União, segundo o texto oficial. A operação, contudo, ainda depende de trâmites para ser cumprida, conforme informado pelas autoridades.
Cherkasov, identificado como agente de inteligência russa, utilizou documentos brasileiros como parte de seu disfarce, segundo investigações. Ele foi detido em 2022 e mantido em custódia até a decisão de deportação. O governo Lula, por meio do Itamaraty, formalizou o processo de expulsão, mas não há menção a resistência ou negociação internacional no documento.
A ação faz parte de um contexto mais amplo de investigações sobre espionagem russa no Brasil. Fontes indicam que Cherkasov atuou em conjunto com outros agentes, como Artem Shmryev e Mikahil Mikushin, que também estavam envolvidos em esquemas de espionagem usando identidades brasileiras. A operação, porém, não detalha se há mais casos semelhantes em andamento.
A decisão do governo é apresentada como um passo concreto, mas sem especificar prazos ou condições para a execução. A reportagem não menciona reações de autoridades russas ou implicações diplomáticas, focando apenas nos fatos registrados no Diário Oficial.
