Cresce nos círculos empresariais americanos a pressão por uma expansão do comércio de energia entre os Estados Unidos e a China, após o presidente Donald Trump ter levantado a proposta durante sua visita de Estado a Pequim na semana passada.

A Câmara Americana de Comércio na China foi uma das primeiras a ecoar o apelo. "A energia continua sendo o centro da relação bilateral", afirmou Markel Hubinette, membro do conselho de governadores da entidade, em discurso no Global Trade and...

A iniciativa, contudo, enfrenta ceticismo. Analistas alertam que a precificação pouco competitiva do energético americano pode limitar o apetite chinês pelos produtos — um obstáculo concreto que coloca em dúvida a viabilidade prática do que, por ora, ainda é uma sinalização política entre as duas maiores economias do mundo.