O presidente Donald Trump assinou um acordo preliminar com o Irã, colocando em vigor termos de um acordo de 14 pontos dois dias antes do esperado (MarketWatch). O pacto permitiu que navios de energia passassem pelo Estreito de Ormuz, impactando os preços do petróleo, que caíram após o anúncio (Bloomberg).

O acordo suscita reações divergentes. O deputado Ro Khanna, embora apoie o acordo, questionou por que centenas de bilhões de dólares são destinadas ao desenvolvimento do Irã em vez de comunidades americanas em dificuldades (Fox Business). Já alguns aliados de Trump expressaram insatisfação, argumentando que os EUA estão cedendo muito no acordo (Bloomberg).

Analistas também destacam que o acordo deixa questões importantes em aberto, como o programa nuclear do Irã, o alívio das sanções e o papel de Israel no Líbano (Bloomberg). A implementação do acordo e suas consequências para o mercado financeiro e a política internacional continuarão a ser monitoradas.

O acordo interino faz parte de um esforço para reduzir as tensões entre os EUA e o Irã. O presidente Trump tem buscado uma abordagem mais conciliadora em relação ao país, embora alguns críticos argumentem que isso pode comprometer a posição dos EUA na região.