Desde a retomada de sua governança, o Fundo Amazônia quadruplicou o ritmo anual de aprovações de projetos. Os novos números e resultados da iniciativa foram apresentados ao público pelo Ministério do Meio Ambiente (MMA) e pelo BNDES em coletiva de imprensa, marcando um giro estratégico para a conservação da floresta.

O fôlego operacional do Fundo ganha escala na ponta com ações concretas de prevenção e controle do desmatamento. Para fortalecer a fiscalização no território, o MMA instalou escritórios ambientais em 70 cidades da Amazônia. A presença local é apontada como estruturante para barrar a degradação em tempo real.

A sustentabilidade de comunidades que dependem da floresta também é um eixo central. Um estudo aponta uma redução de 30% no desmatamento em áreas da Amazônia atendidas pelo Bolsa Verde. Na mesma frente de economia socioambiental, o MMA investe em infraestrutura para fortalecer o manejo sustentável do pirarucu no Amazonas, garantindo a proteção do ecossistema e da cadeia produtiva local.

O monitoramento de toda essa dinâmica recebeu atenção direta da cúpula federal: o presidente Lula visitou o observatório de monitoramento da Amazônia. A urgência climática e os caminhos para o fim do desmatamento também serão debatidos na Semana do Clima da Amazônia, com propostas que serão apresentadas na COP30.