O ouro registrou alta, revertendo perdas anteriores, impulsionado pelo enfraquecimento do dólar e pela ponderação dos traders sobre uma possível retomada dos conflitos no Oriente Médio, além do caminho das taxas de juros do Federal Reserve. O avanço do metal precioso ocorre em um cenário de moeda americana mais suave, que tende a favorecer ativos denominados em ouro.
No Brasil, o mercado apresentou comportamento distinto, com o dólar caindo para a cotação de R$ 4,90 e a Bolsa de Valores (B3) abrindo em baixa. O desempenho negativo do índice brasileiro foi pressionado principalmente pela queda no preço do petróleo, que negociava a US$ 98 o barril no momento da abertura.
Apesar do feriado de 9 de julho em São Paulo, as negociações, a liquidação e as demais operações na B3 ocorreram sem alterações, mantendo o funcionamento normal da praça. O movimento de queda na bolsa local contrasta com a valorização do ouro no exterior, refletindo a sensibilidade dos ativos brasileiros às oscilações nas commodities energéticas e na taxa de câmbio.
