O petróleo encerrou o pregão desta segunda-feira (data não especificada nas fontes) em queda de 2%, com o contrato do Brent recuando para US$ 84,30 o barril e o WTI a US$ 80,10, segundo dados do Investing.com. A pressão vendedora foi atribuída a preocupações macroeconômicas, especialmente após indicadores fracos da economia chinesa, que reduziram as expectativas de demanda global pela commodity.
Apesar dos riscos geopolíticos no Oriente Médio — como a possibilidade de retomada de sanções ao petróleo iraniano, defendida pelo ex-economista-chefe do IIF, Robin Brooks —, o mercado priorizou os sinais de desaceleração econômica. Analistas destacaram que o Brent ainda não precifica adequadamente os potenciais cortes na oferta iraniana, mas a aversão ao risco entre investidores prevaleceu no curto prazo.
As taxas de juros curtas e intermediárias também cederam no mesmo período, refletindo um movimento de aversão a ativos mais voláteis. A queda nos rendimentos dos Treasuries sugere que o mercado está reavaliando o cenário de crescimento global, o que pode continuar pressionando os preços do petróleo nos próximos pregões, independentemente dos desdobramentos geopolíticos.
