Dias após a saída do presidente americano Donald Trump de Pequim, o presidente russo Vladimir Putin desembarca na China com uma ambição clara: fechar um acordo bilionário de petróleo e gás.
Trump havia chegado à China na semana passada prometendo o tipo de acordos grandiosos que defendeu há nove anos — abrangendo soja, aviação e energia. A realidade, porém, ficou muito aquém das expectativas. Apesar de Trump proclamar um "acordo fantástico", Pequim não anunciou a grande onda de compras que muitos antecipavam.
Agora é a vez de Putin tentar a sorte no mesmo tabuleiro. O líder russo aposta em um entendimento energético de grande escala com a China, num momento em que Moscou busca ampliar parcerias diante das sanções ocidentais. Se conseguirá o que Trump não obteve, ainda está por se ver.
