Vladimir Putin desembarcou em Pequim para uma visita de Estado à China, apenas quatro dias depois que Donald Trump deixou o país, em um sinal claro da disputa de influência entre as duas potências sobre o governo de Xi Jinping.
Segundo a mídia estatal chinesa, é a 25ª visita de Putin à China — uma marca que sublinha a profundidade dos laços entre Moscou e Pequim. Às vésperas do encontro, o líder russo afirmou que as relações entre os dois países atingiram um "nível sem precedentes", reforçando a narrativa de parceria estratégica que ambos os governos cultivam diante do isolamento ocidental imposto à Rússia desde a invasão da Ucrânia.
A sequência das visitas — primeiro Trump, depois Putin — coloca a China no centro do tabuleiro geopolítico global, evidenciando o peso de Pequim nas negociações internacionais e sua capacidade de dialogar simultaneamente com Washington e Moscou.
