O Reino Unido concluiu o depósito de R$ 500 milhões no Fundo Amazônia, tornando-se o segundo maior doador da iniciativa. O anúncio foi feito pelo governo brasileiro, que destacou a importância do aporte para financiar ações de preservação e combate ao desmatamento na região. O fundo, gerido pelo BNDES, é um dos principais mecanismos de financiamento internacional para projetos ambientais na Amazônia.

A contribuição britânica eleva o total de recursos disponíveis para iniciativas como monitoramento por satélite, fiscalização ambiental e apoio a comunidades tradicionais. Desde sua reativação em 2023, o Fundo Amazônia já recebeu aportes de outros países, como Noruega e Alemanha, que lideram as doações. O Reino Unido agora ocupa a segunda posição no ranking de doadores.

Os recursos serão destinados a projetos aprovados pelo comitê orientador do fundo, que inclui representantes do governo federal, dos estados amazônicos e da sociedade civil. A medida reforça o compromisso internacional com a proteção da maior floresta tropical do mundo, em um contexto de crescente pressão por redução das emissões de carbono.

O Fundo Amazônia foi criado em 2008 e já financiou mais de 100 projetos, com foco em conservação, desenvolvimento sustentável e ciência. A retomada dos aportes internacionais ocorre após um período de paralisação durante o governo anterior, quando o fundo ficou sem novos repasses.