A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) condenou o ex-deputado federal Eduardo Bolsonaro a 4 anos e 2 meses de prisão, em regime inicial semiaberto. A decisão, tomada na última terça-feira (16), refere-se ao crime de coação no curso do processo. Além da pena privativa de liberdade, os ministros reconheceram os efeitos secundários da condenação, o que resultou na declaração de inelegibilidade do parlamentar.

Diante do quadro estabelecido pela corte, a possibilidade de reverter a situação jurídica de Eduardo Bolsonaro é considerada "bem difícil". A avaliação é do advogado e professor de Direito Eleitoral Alexandre Luis Mendonça Rollo, que aponta que a condenação pelo colegiado do STF deixa poucas alternativas para alterar o cenário de inelegibilidade imposto pela decisão.