Washington, 18 de maio de 2026 — O presidente Donald Trump retirou uma ação judicial de US$ 10 bilhões movida contra o Serviço de Receita Federal dos EUA (IRS) e, em contrapartida, criou um fundo de US$ 1,7 bilhão destinado a compensar aliados que afirma terem sido "ilegitimamente perseguidos" pelo governo federal. A medida, batizada de fundo "anti-weaponisation" (anti-weaponização), foi imediatamente contestada por democratas e grupos de vigilância governamental.
O que foi anunciado
O Departamento de Justiça formalizou a criação do fundo, que tem como objetivo indenizar apoiadores de Trump que alegam ter sido alvos de uso político das agências federais. Em troca, a ação bilionária contra o IRS foi arquivada.
Reação da oposição
Democratas classificaram o acordo como uma manobra de interesse próprio sem precedentes na história da presidência americana. Parlamentares do partido afirmaram que o fundo funciona na prática como um "caixa paralelo" que "canaliza dinheiro do contribuinte para os aliados políticos de Trump". Grupos independentes de fiscalização governamental também expressaram oposição à iniciativa.
Por que importa
Críticos apontam que a estrutura do acordo — no qual o presidente encerra um processo judicial em troca da criação de um fundo administrado pelo próprio governo que ele comanda — levanta sérias questões sobre conflito de interesses e uso político do erário público.
