O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está no centro de três movimentações diplomáticas e jurídicas que dominam o noticiário internacional.
No campo doméstico, um novo acordo firmado pelo governo federal impede a Receita Federal americana — o IRS — de investigar Trump por questões fiscais. Segundo o documento, o governo está "permanentemente impedido e excluído" de processar ou dar andamento a "reclamações" ou "investigações" decorrentes de pendências perante o órgão, blindando o presidente de potenciais ações tributárias.
No front internacional, Trump pressionou o Irã com um ultimato, afirmando que o país tem prazo limitado — de "dois ou três dias" ou até "o início da próxima semana" — para fechar um acordo antes de sofrer novos ataques por parte dos Estados Unidos.
Já em relação a Cuba, o presidente americano adotou tom mais conciliatório, declarando acreditar que um acordo diplomático com o país é possível. Trump afirmou ainda que Cuba necessita de assistência internacional, mesmo sem uma mudança de regime no país.
As três frentes reforçam o perfil negociador — e controverso — da gestão Trump no cenário doméstico e global.
