Os mercados da Ásia-Pacífico operaram em meio a um cenário misto nesta quarta-feira, com Donald Trump voltando a afirmar que o conflito em curso "terminará em breve" — declaração que pressionou levemente os preços do petróleo, mas sem reverter o viés altista sustentado pelos riscos de oferta.

O Citi apresentou um cenário otimista projetando o Brent a US$ 150 no curto prazo, argumentando que o mercado subestima os riscos de ruptura no abastecimento global.

No câmbio, o Banco Popular da China (PBOC) fixou a taxa central do USD/CNY em 6,8397, acima da estimativa de mercado de 6,8072, sinalização que reforça a postura controlada de Pequim sobre o yuan. Adicionalmente, o banco central chinês manteve as Taxas Prime de Empréstimo (LPR) inalteradas pelo 12º mês consecutivo.

Na frente comercial, a União Europeia fechou um acordo provisório para reduzir tarifas americanas antes do prazo de 4 de julho imposto por Trump. Na Coreia do Sul, o sindicato da Samsung Electronics anunciou greve para quinta-feira após o colapso das negociações de mediação.