Tulsi Gabbard apresentou sua renúncia na sexta-feira ao cargo de diretora nacional de inteligência, encerrando um mandato de 15 meses marcado por controvérsias à frente do principal órgão de inteligência dos Estados Unidos.
A escolha de Gabbard foi considerada pouco convencional desde o início: ex-democrata, ela não possuía experiência prévia na área de inteligência, e suas visões de política externa chegaram a divergir das de Donald Trump em determinados momentos. Ao longo da gestão, Gabbard adotou medidas interpretadas por analistas como tentativas de agradar ao presidente.
A passagem da ex-congressista pelo posto mais alto do sistema de inteligência americano foi descrita como turbulenta, refletindo as tensões entre seu perfil político atípico e as exigências de um cargo de tamanha sensibilidade estratégica para os Estados Unidos.
